Deusas do feminino e a habilidade do ser


Conhecer as diversas deusas, rever o processo histórico e resgatar a confiança e poder pessoal é uma poderosa arma capaz de aumentar a auto-estima e gerar motivação interna.

Os arquétipos das Deusas, segundo Jung, são fontes dos padrões emocionais de nossos pensamentos, sentimentos, instintos e comportamentos que poderíamos chamar de “femininos”.

Veja agora o quadro das principais Deusas Gregas:

Atenas: Deusa da sabedoria e da civilização
Afrodite: Deusa do amor
Perséfone: Deusa do mundo subterrâneo
Ártemis: Deusa do mundo selvagem
Deméter: Deusa das colheitas
Hera: Deusa dos céus

Enquanto a Mulher-Atenas busca a realização profissional, a carreira, podendo estar envolvida com a educação, a cultura intelectual, justiça social e política, a Mulher-Deméter é uma verdadeira mãe-terra que gosta de estar grávida, de amamentar e de cuidar de crianças.

A Mulher-Ártemis é prática, atlética, aventureira, aprecia a cultura física, a solidão, a vida ao ar livre e os animais. Dedica-se à proteção do meio ambiente, aos estilos de vida alternativos e às comunidades de mulheres. E a Mulher-Perséfone é mediúnica e atraída pelo mundo espiritual, pelo oculto, pelas experiências místicas, visionárias, assim como pelas questões ligadas à morte.

Já a Mulher-Afrodite está voltada principalmente para os relacionamentos humanos, sexualidade, intriga, romance, beleza e inspiração das artes. Diferentemente da Mulher-Hera, que se ocupa do casamento, da convivência com o homem e, quando são líderes ou governantes, com as questões ligadas ao poder.

Como podemos perceber todas essa “deusas” habitam nossa psique e muitas vezes entram em conflito entre si. Esses conflitos internos nos paralisam e nos impedem de tomar decisões e atitudes.

Os homens também são influenciados pela energia das Deusas, pois estas espelham a energia feminina na psique masculina – embora, via de regra, os homens vivenciem-nas como exteriores a si próprios, ou seja, como mulheres pelas quais são atraídos ou pelas quais se sentem fortemente provocados.

Descobrir a capacidade incondicional de amor e o direito de amar, amar-se e ser amada (Afrodite), reconciliar-se com seu feminino, sua mãe interior (Demeter), encontrar o seu lado guerreira (Atena), despertar o seu lado selvagem (Ártemis) ou criança (Perséfone), descobrir sua necessidade de família e tradições (Hera) possibilita que cada um de nós possa resgatar seu poder pessoal e expressá-lo no mundo.

Homens e mulheres ganham força e muitos benefícios ao identificar esses aspectos em si. Experimentam crescimento pessoal e liberação de temores. Sentem a capacidade de procurar soluções criativas para problemas freqüentes e, aparentemente insuperáveis. Aprendem principalmente conhecer, saber e fazer respeitar os valores femininos, assumir compromissos pessoais, inter e intrapessoais.

Uma boa viajem interior e uma poderosa aliança com suas Deusas Interiores!

Autor: Dra. Sandra Regina De Souza
http://www.sandraregina.med.br

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